Cláudio Aguiar, escritor  

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Opinaram sobre a obra de Cláudio Aguiar

LUIS DA CÂMARA CASCUDO:

 "Suplício de Frei Caneca é êxito de clara inteligência, original e poderosa em todas as realizações do espírito. Uma voz inesquecível."

JOSUÉ MONTELLO:

"Cláudio Aguiar fez o teatro que eu gostaria de ter feito, com a densidade dramática sobre a verdade histórica esplendidamente recriada."

JOSÉ HONÓRIO RODRIGUES:

"A simples passagem d’olhos sobre Suplício de Frei Caneca mostra ser uma contribuição valiosa." 

GENOLINO AMADO:

"Suplício de Frei Caneca, de cunho claudeliano, inspirado em herói e mártir do passado nacional, constitui obra verdadeiramente artística. Densa de emoção que se exprime com vigor e com seguro domínio dos meios cênicos, a sua recriação tem a marca do talento e revela um autor de quem muito se deve esperar." 

JORGE AMADO:

“Para um velho romancista é sempre enorme alegria descobrir um novo colega de ofício. Sobretudo quando se trata de alguém senhor de indiscutível vocação servida por grande talento. Caldeirão é excelente. Trata de um assunto empolgante com a força e dignidade por ele exigidas. A narrativa é de primeira ordem e os diálogos magníficos. As figuras parecem esculpidas de tão dramáticas, reais e transfiguradas. Ninguém vai mais esquecer o beato José Lourenço”. 

HAROLDO BRUNO:

Caldeirão, de Cláudio Aguiar, é força nova levada à tradição do romance nordestino, restaurando-o no que ele tem de mais autêntico, de mais representativo de toda a literatura brasileira. E com uma impressionante visão épica, universal, da realidade e do homem – visão fixada através duma linguagem de grande expressividade coloquial e poder dramático. 

EDUARDO GALEANO:

“São bombardeados e metralhados pelos aviões. A tiros de canhão são atacados por terra. Degolam-nos, queimam-nos vivos, crucificam-nos. Quarenta anos depois do extermínio da comunidade de Canudos, o exército brasileiro arrasa a comunidade de Caldeirão, ilha de verdor do Nordeste, pelo mesmo delito de negação da propriedade privada”. 

  FRANKLIN DE OLIVEIRA:

“A verdade que nele se instala, comunica a Caldeirão uma qualidade transliteraria ausente na maioria dos nossos romancistas, politicamente neutros. A linha dos romances que criam espaços para os heróis verticais encontra forte expressão na arte de narrar de Cláudio Aguiar”.

STELLA LEONARDOS:

"Eis o fôlego inconfundível do grande escritor. Bastaria este romance (Caldeirão) para justificar o concurso. Incrível como em 334 páginas, de etgexto compacto, o narrador (Mestre Bernardino, curandeiro, guerreiro e decurião do povo de Calderão, arraial situado na Chapada do Araripe, terras do Vale do Cariri), consegue prender."

E mais: Rubem Fonseca, Carlos Drummond de Andrade, Osman Lins, Antonio Carlos Secchin, Manuel Onofre, Hermes Lima, Antonio Hohlfeldt, Silvie Debs, Márcio Souza, Gilberto de Mello Kujawski, Julio Peñate Rivero, Alberto Vivar Flores, Enrique Hernández D’Jesus, Mário Pontes, Edilberto Coutinho, Carmen Ruiz Barrionuevo, André Luis Resende, José Luis Gavilanes Laso, Mauro Mota, Alberto Cunha Melo, Ângelo Monteiro, Paulo Gustavo, Carlos Contramaestre, César Real Ramos, Gabi von der Heyden, Amílcar Dória Matos, Nelson Saldanha, Arnoldo Jambo, Luis Frayle Delgado, Alfonso Ortega Carmona, Luiz Felipe de Seixas Correa, Pedro Díaz Seijas, Alfredo Perez Alencart, Manuel Carlos Palomeque, Paulo Gustavo, Caesar Malta Sobreira, Dimas Macedo, Anibal Lozano, Inocencio García Velasco, José Francisco Merino, David Sanchez Paunero, José Santolaya Silva, Tomás Sánchez, Raul Vacas, Samarkandra Pereira, Silvana Andrade etc.

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